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quarta-feira, 19 de junho de 2013

6 segredos das crianças que (quase) nunca ficam doentes.

Basta incluir hábitos simples na rotina da família para que seu filho tenha uma saúde de ferro, daquelas bem difíceis de derrubar. Veja só.

Por Bruna Menegueço 

Criança comendo frutas em piquenique ao ar livre (Foto: Shutterstock)

Você, certamente, conhece alguém que tenha uma saúde de ferro. Sabe aquela pessoa que quase nunca fica resfriada, mesmo após tomar um banho de chuva e ficar horas com a roupa molhada no corpo? Ou, então, pode comer qualquer coisa que (quase) nada faz mal? Qual será o segredo dela? CRESCER conversou com o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para descobrir o que você pode fazer para que para dar uma reforçada na saúde do seu filho. Os segredos, como você vai ver, são simples e os resultados, bem duradouros. Vale a pena tentar. Confira

Ser amamentada com leite materno até os 6 meses
É o alimento mais completo que você pode oferecer ao seu filho. Só ele é capaz de suprir todas as necessidades de nutrientes e sais minerais do seu bebê até os 6 meses. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne muitas doenças, como alergias, obesidade, anemia, intolerância ao glúten etc. Segundo Fisberg, novas pesquisas mostram que as crianças amamentadas com leite materno crescem e ganham peso mais devagar, o que ajuda a prevenir o excesso de peso, um problema que vem aumentando entre as crianças ultimamente.
Ter uma alimentação variada
Seguir uma dieta rica em nutrientes garante que o estado nutricional da criança se mantenha dentro do esperado, nem abaixo nem acima. É por meio de uma alimentação variada que a criança consegue suprir todas as suas necessidades de ferro, proteína, cálcio, fibras, vitaminas e minerais. “Carnes, especialmente as vermelhas, oferecem nutrientes importantes para o desenvolvimento das crianças e são absorvidos facilmente pelo organismo”, diz Fisberg. É importante incluir também vegetais verde-escuros, vermelhos e laranjas, para garantir as vitamina A e D. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a introdução de novos alimentos na dieta do bebê deve acontecer a partir do 6o mês, principalmente daqueles considerados alérgenos, como o ovo, peixe, amendoim e cerais. Isso porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em formação, o que diminui o risco de reações alérgicas.
Tomar vacinas
O calendário brasileiro de vacinação é um dos mais completos do mundo. Por isso, deixar de proteger o seu filho está fora de questão. Ao manter a caderneta de vacinação da criança em dia, você garante não apenas a saúde dela, mas da população ao redor e ajuda a diminuir a mortalidade infantil. “Sem as vacinas, ainda morreríamos de sarampo e rubéola”, diz a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações.
Brincar mais ao ar livre
É dessa forma que seu filho vai trocar o ar dos pulmões, ter contato com o sol - para aumentar a produção da vitamina D no organismo - e até com novas bactérias que vão ajudá-lo a fortalecer o sistema imunológico.
Dormir bem
Uma boa noite de sono é fundamental para o seu filho estar disposto para mais um dia pela frente. Só que, para isso, ele precisa ter uma rotina saudável, o que inclui horários para comer, dormir, estudar, praticar atividades físicas. Isso tudo vai impactar diretamente na saúde da criança. Vale reforçar aqui que estudos já mostraram que a privação de sono aumenta o risco de obesidade.
Lavar as mãos
Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias. Anotou?

Em: http://revistacrescer.globo.com/Bebes/Saude/noticia/2013/04/6-segredos-das-criancas-que-quase-nunca-ficam-doentes.html

Senado aprova projeto de lei do Ato Médico.

JOHANNA NUBLAT
GABRIELA GUERREIRO


O plenário do Senado aprovou, na noite desta terça-feira (18), o polêmico projeto de lei apelidado de Ato Médico. Após pouco mais de dez anos de discussão, a proposta segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.
Ao regulamentar a profissão do médico, o texto colocou em lados opostos o CFM (Conselho Federal de Medicina), que apoia a proposta, e os conselhos de outras profissões da saúde, que veem no projeto uma restrição à sua prática diária.
Editoria de Arte/Folhapress
Ficam definidos como atos privativos do médico, por exemplo, o diagnóstico da doença e a respectiva prescrição terapêutica e a indicação e realização de cirurgias e procedimentos invasivos.
Esses procedimentos, segundo o texto, são a invasão da derme e epiderme com uso de produtos químicos ou abrasivos; invasão da pele que atinja o tecido subcutâneo para injeção, sucção, punção, drenagem ou instilação; ou ainda invasão dos orifícios naturais do corpo, atingindo órgãos internos.
Profissionais de outras áreas da saúde temem que, com essas definições, possam ficar restritas ao médico ações como a acupuntura, a realização do parto normal e a identificação de sintomas de doenças corriqueiras.
Por outro lado, o projeto especifica que não são privativos do médico os diagnósticos funcional, psicológico, nutricional e avaliações comportamentais.
O único ponto ainda em aberto é a decisão sobre realização e a emissão de laudo dos exames citopatológicos (como papanicolaou). Segundo a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), uma das líderes do debate, o texto aprovado diz que essas ações não são privativas dos médicos. No entanto, a mesa do Senado entendeu que, de acordo com a votação, ficou decidida a exclusividade do médico na realização desses testes.
As medidas valem 60 dias após a lei entrar em vigor.
Para a senadora Lúcia Vânia, o projeto não relega outras profissões da saúde a uma categoria de inferioridade em relação ao médico.
"É evidente que esse projeto não se superpõe à legislação de quaisquer profissões da saúde regulamentadas."
O CFM sustenta que a intenção não é limitar as demais profissões, mas afirmar a necessidade da presença do médico em todos os locais.
O conselho argumentou, durante a tramitação, que não pode haver uma divisão econômica e social, em que parte da população tem seus procedimentos feitos por um médico, e outra parte, não.
Uma consequência desse projeto, segundo a entidade, é que todas as equipes de saúde da família deverão ter médicos --o que ocorre hoje em cerca de 50% dos casos, de acordo com o CFM.
Para o Conselho Federal de Enfermagem, o texto "mantém a formulação de uma organização hierárquica entre os que pensam e os que executam, a clara intenção de reserva de mercado e de garantia de espaço de poder sobre a atuação dos outros profissionais de saúde (...) reservando para a enfermagem a condição de subsidiária em atividades manuais sob prescrição e supervisão médica".

Em: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/06/1297456-senado-aprova-projeto-de-lei-do-ato-medico.shtml

Deslocamento forçado no mundo é o maior em 18 anos, diz ONU.

MARIANA SALLOWICZ


O total de pessoas refugiadas ou deslocadas dentro das fronteiras de seus países chegou a 45,2 milhões em 2012 no mundo, o maior número desde 1994, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira (19) pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).
Desse total, 15,4 milhões eram refugiados, 937 mil solicitantes de asilo e 28,8 milhões eram de pessoas forçadas a fugir dentro de seus países --esse último número é um dos maiores das últimas duas décadas.
Os dados fazem parte do relatório "Tendências Globais", feito com base em dados de governos, ONGs e documento do Acnur.
No final de 2011, eram 42,5 milhões de pessoas em situação de deslocamento. Houve alta de 6,4% entre 2012 e o ano anterior.
"A maioria dos deslocamentos ocorre devido a guerras e violações de direitos humanos", afirma António Guterres, chefe do Acnur e alto comissário da ONU para refugiados.
A crise na Síria é apontada como o novo grande fator de deslocamento global. Cinco países têm mais da metade do total de refugiados do mundo: Afeganistão, Somália, Iraque, Síria e Sudão.
Os países em desenvolvimento hospedam 81% dos refugiados, ante 70% de uma década atrás.
Em relação à idade dos refugiados, pessoas com menos de 18 anos representam quase a metade do total (46%). Além disso, um número recorde de 21.300 solicitações de refúgio foi apresentado por crianças desacompanhadas ou separadas de seus pais.

Em: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2013/06/1297551-deslocamento-forcado-no-mundo-e-o-maior-em-18-anos-diz-relatorio-da-onu.shtml

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Descubra senhas de Wi-Fi em locais públicos.

Descubra senhas de Wi-Fi em locais públicos.

Mandic magiC 1.3.0


screenshot de Mandic magiC screenshot de Mandic magiC screenshot de Mandic magiC screenshot de Mandic magiC

Com Mandic magiC descubra senhas de Wi-Fi em locais públicos

por Edivaldo Brito
Mandic magiC é um aplicativo para iOS que permite descobrir a senha de acesso de redes Wi-Fi de estabelecimentos públicos. Com ele não é preciso ficar perguntando essa informação ao atendente do local.
Atualmente existem diversos locais públicos que disponibilizam uma rede Wi-Fi para seus frequentadores. Só que ao colocar uma rede dessas, muitas pessoas ficam perguntando os dados dela e a senha, obrigando o proprietário a dispor de uma pessoa apenas para essa tarefa. Agora a aplicação resolve esse problema, pois ela descobre os dados e ajuda, tanto o proprietário da rede quanto o usuário dela.
Como o programa funciona como uma rede social de informações de redes, para usá-lo é preciso entrar com sua conta do Facebook (e dar as devidas permissões) ou criar uma conta na rede para usá-la. Depois disso, basta executar o programa e serão mostradas as redes próximas a você, baseando-se na sua localização.
O app permite buscar, adicionar, ou encontrar redes próximas a sua localização; para além, ele possibilita que você atualize o mapa das redes e guarde-o em uma lista, que pode ser consultada posteriormente.
Para ver a informação de uma rede, basta dar um toque no alfinete vermelho que aparece nela, e depois tocar na seta azul, que aparece junto com o nome. Feito isso, surge uma tela mostrando os dados do usuário que colocou a informação, o mapa com o endereço da rede abaixo, e no final, a senha pode ser visualizada em um botão. Um toque neste último e a senha é copiada para área de transferência do iOS.
O Mandic magiC é uma ferramenta muito útil para pessoas que estão sempre em movimento e precisam de conexão, mas principalmente para aquelas que não tem um plano de dados, ou querem economizá-lo. 


NOSSA OPINIÃO 
O aplicativo é de extrema utilidade para pessoas que vivem em constante movimentação e nem sempre podem contar com uma conexão via celular, ou para aqueles que nem tem outro tipo de conexão porque seu aparelho só dispõe de Wi-Fi.
O ponto forte do programa é o trabalho comunitário de inclusão das informações das redes. A ideia de ranquear os usuários para estimular a inclusão de novas redes é brilhante, e realmente pode, em pouco tempo, elevar a quantidade de dados disponíveis no programa.
Entretanto, isso pode ser seu ponto fraco em alguns momentos, como quando alguém inclui dados sobre uma rede que não é de sua responsabilidade, já quem nem toda rede é pública. Aliás, a questão da responsabilidade pelas informações é um detalhe que não está muito claro no programa.
Como resultado da polêmica sobre os dados da rede, duas delas que estavam disponíveis em um dia, no outro já não estavam mais. Essa situação aponta para uma inclusão indevida que foi corrigida.
Um defeito visível no programa é a representação da localização das redes nos mapas, nela os pontos estão bem distantes de onde realmente estão fisicamente. O consolo é que esse é um defeito comum em programa que utilizam mapas no iOS.


domingo, 2 de junho de 2013

Saiba o que não pode faltar no seu kit de primeiros socorros.

Publicado por Leticia Maciel 

Veja quais são os itens necessários no kit de primeiros socorros para resolver desconfortos e machucados.

Texto: Rita Trevisan e Louise Vernier/ Foto: Danilo Tanaka/ Adaptação: Letícia Maciel
Veja quais são os intens certos para fazer curativos, baixar a febre e combater as dores
Foto: Danilo Tanaka
Se a ideia é garantir mais saúde e qualidade de vida, vale a pena ter sempre à mão alguns itens para curativos, em caso de ferimentos, arranhões e picadas. Afinal, a gente nunca sabe quando pode precisar deles:

1.Termômetro

Ajuda a medir a variação da temperatura. O contato da mão com a testa não confere a precisão e sabemos que  febres altas precisam ser tratadas rapidamente, para não desenvolverem convulsões.

2.Algodão

Serve para limpar qualquer tipo de ferimento. A versão em bolinhas ou discos é mais prática e higiênica.

3.Gaze esterilizada

Estanca sangramentos e protege ferimentos.

4.Esparadrapo antialérgico

Fixa a gaze pelas pontas, garantindo a durabilidade do curativo e a proteção do machucado.

5.Soro fisiológico a 0,9%

Limpa arranhões, ferimentos e mordidas, preparando-os para receber o medicamento propriamente dito.

6.Analgésico

Alivia diversos tipos de dores, de leve a moderadas, e ajuda a diminuir o mal-estar causado por gripes e resfriados.

7.Anti-inflamatório

Trata dores que estão associadas a inflamações.

8.Antitérmico

Ajuda a baixar febres altas, acima de 37,5ºC.

9.Remédios para indigestão, náusea e vômitos

Alivia os sintomas.

10.Medicamentos para prisão de ventre e cólicas

Facilita a expulsão de gases acumulados e relaxa a musculatura abdominal.


Revista VivaSaúde Edição 100


3 formas de tratar a tosse alérgica.

Publicado por Ana Paula Ferreira

Identificar a causa é o primeiro passo para solucionar o incômodo. Saiba 3 formas de tratar a tosse alérgica.

Texto: Romulo Osthues / Foto: Shutterstock / Adaptação: Ana Paula Ferreira
De acordo com o farmacêutico Sérgio Panizza, o uso de xaropes que contenham drogas
não é eficaz pois não trata a doença, e sim as consequencias dela. Foto: Shutterstock
Uma reação fisiológica contra agressores do meio ambiente ou um jeito de chamar a atenção? Identificar a causa é o primeiro passo para sanar o incômodo. Confira abaixo 3 formas de tratar a tosse alérgica:
De acordo com Fábio Castro, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), a tosse pode ser o principal sintoma de uma série de doenças ou situações, como a rinossinusite alérgica ou infecciosa, a asma, o refluxo gastroesofágico, ou mesmo efeito de alguns medicamentos para hipertensão. Após diagnosticado o fator alergênico, podem ser recomendados medicamentos anti-histamínicos, antitussígenos, corticoides, entre outros, para o tratamento. Além disso, é importante identificar se são substâncias químicas, partículas ou micro-organismos os causadores da alergia e eliminá-los do ambiente do doente. Geralmente, o problema está relacionado a ácaros, fungos e animais domésticos, assim como a poluentes, ar frio ou seco e até a exercícios físicos. Fatores psicológicos como desencadeantes da tosse não devem ser ignorados.
Entre os homeopatas, acredita-se que o problema vai além dos agentes causais (poluentes, odores, ar-condicionado etc.). “Emocionalmente, o nome dela seria angústia, indignação”, sugere a médica Viviane Hubner. Segundo ela, até mesmo a raiva poderia se fantasiar como sendo uma tosse alérgica. “O que o ambiente está provocando? Como está incomodando?”, são perguntas feitas a seus pacientes. A tosse poderia ser uma forma de o paciente chamar a atenção dos pais ou dos responsáveis, daqueles que são seus “agressores”. Ela afirma: “a homeopatia não consegue eliminar os problemas, mas age como preventivo quando coloca o paciente em outra consciência. Não adianta deixá-lo numa redoma. Na primeira oportunidade, em contato com o mundo, tudo reaparece”. O melhor tratamento contra a tosse alérgica, nesse sentido, seria fortalecer a pessoa física e emocionalmente, não permitindo mais tal reação.
Água é sempre o melhor remédio”, pondera o farmacêutico Sérgio Panizza, que defende uma abordagem herbal para aliviar a tosse alérgica com menos riscos de efeitos colaterais. Entre as ervas que originam fitoterápicos indicados para o problema, estão o alcaçuz, o anis, a badiana, o eucalipto, o funcho, o guaco, a hortelã-pimenta, a polígala e o sabugueiro. De acordo com Panizza, xaropes mucolíticos, que tornam a secreção mais fluida, têm eficácia muito pequena. “Os broncodilatadores são mais eficientes para alguns casos de tosse, pois ajudam a abrir os brônquios para eliminar o muco acumulado”, diz. Ele critica o uso de xaropes que contenham drogas (normalmente derivadas de morfina, como a codeína) que agem no sistema nervoso central, inibindo o reflexo da tosse: “esses, de fato, funcionam, mas tratam a consequência e não a causa da tosse”. E orienta consultar um médico e um farmacêutico antes de começar a tomar quaisquer compostos, mesmo os de ervas.

Revista VivaSaúde edição 120

Conheça quais são os melhores hospitais do mundo.

Publicado por Ana Paula Ferreira 

Saiba quais são os melhor hospitais do mundo, que são mais preparados para atender pacientes com câncer, problemas do coração, doença de Alzheimer, trauma e obesidade.

Texto: Vinícius Abbate / Foto: Fabio Mangabeira / Adaptação: Ana Paula Ferreira 
A metodologia que seleciona os melhores hospitais no mundo analisa fatores como avanço da
tecnologia, enfermagem e credenciamento. Foto: Fabio Mangabeira
A cada ano, a USNews & World Report avalia os principais aspectos dos tratamentos de saúde nos centros médicos com base nas informações relativas ao paciente, dos resultados obtidos nos tratamentos e da reputação entre os profissionais. Trata-se de uma das mais reconhecidas pesquisas do gênero nos EUA. No total, são avaliados cinco mil hospitais até que se classifique o melhor em cada especialidade. As instituições são ranqueadas segundo a complexidade dos processos e procedimentos, a taxa de sucesso nos tratamentos, a segurança, a satisfação dos pacientes e o calibre de seus especialistas. A metodologia utilizada também analisa fatores como enfermagem, avanço da tecnologia e credenciamento.
Confira quais foram as grandes instituições nas especialidades Oncologia, Cardiologia, Neurologia, Traumatologia e Endocrinologia, entre os anos 2010-2011:

1º no tratamento de câncer

Universidade do Texas M.D. Anderson, Houston, Texas, EUA
O que é o melhor?
A missão do hospital é curar a doença, através de programas que integrem atendimento ao paciente, investigação e prevenção. Em 2010, mais de 105 mil pessoas procuraram por atendimento na instituição. Há pelo menos 10 mil inscritos em ensaios clínicos para novos tratamentos, no maior programa do tipo nos EUA. “Aqui, cirurgiões, oncologistas e radioterapeutas trabalham juntos para o tratamento multidisciplinar do câncer”, explica a presidente do hospital, Margaret Row.

1º no tratamento de Alzheimer

Universidade Johns Hopkins, Baltimore, EUA
Por que é o melhor?
O Centro de Memória e Tratamento de Alzheimer tem um programa interdisciplinar que combina os pontos fortes e as principais competências dos departamentos de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Geriátrica. O programa para o atendimento de pessoas com problemas de memória prevê avaliações diagnósticas – incluindo imagens do cérebro – e de biomarcadores. A equipe inclui médicos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas ocupacionais, e outros provedores na prestação de cuidados continuados.

1º na área de cardiologia

Clínica Cleveland, Ohio, EUA
Por que é o melhor?
O segredo da instituição é combinar pesquisa, ensino e prática clínica para prestar tratamentos inovadores e de base científica para doenças cardíacas, vasculares e torácicas. “O nosso compromisso para a prevenção e a cura de doenças cardiovasculares tem levado a melhores resultados”, afirma o diretor da unidade do coração, Bruce Lytle. “Nós nos esforçamos para dar um tratamento excelente, incluindo o conforto físico do paciente, bem como cuidar de suas necessidades educacionais, emocionais e espirituais.” De fato, a clínica tem se empenhado cada vez mais para estabelecer um vínculo de confiança forte com seus pacientes.


1º no tratamento de obesidade

Clínica Mayo, Flórida, EUA
Por que é o melhor?
O Centro Bariátrico tem mais de 80 anos de experiência no tratamento da obesidade. A equipe é multidisciplinar, incluindo nutricionistas, cirurgiões, enfermeiras, médicos especialistas, e um psicólogo da saúde comportamental, a fim de abordar todos os aspectos dos cuidados da doença. Quando se agenda uma consulta, a equipe trabalha para realizar o tratamento no menor tempo possível, com informações prestadas aos pacientes para que eles possam tomar decisões sobre como querem prosseguir com os cuidados, cirurgicamente ou não. “A abordagem de nossa equipe permite desenvolver planos personalizados, para que o paciente tenha metas realistas e realizáveis para perda de peso”, explica Scott Lynch, diretor do hospital.

1º no tratamento de trauma

UCLA Centro Médico, Los Angeles, Califórnia, EUA
Por que é o melhor?
Um evento traumático é uma experiência que causa sofrimento físico, emocional e psicológico ao paciente. Para ajudá-lo, o Centro de Trauma e Cirurgia de Emergência do UCLA está disponível 24 horas por dia para responder a demandas de pacientes que sofrem lesões, aqueles com emergências cirúrgicas em geral e os que necessitam de cuidados intensivos.
Revista VivaSaúde edição 97

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