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domingo, 2 de junho de 2013

Conheça quais são os melhores hospitais do mundo.

Publicado por Ana Paula Ferreira 

Saiba quais são os melhor hospitais do mundo, que são mais preparados para atender pacientes com câncer, problemas do coração, doença de Alzheimer, trauma e obesidade.

Texto: Vinícius Abbate / Foto: Fabio Mangabeira / Adaptação: Ana Paula Ferreira 
A metodologia que seleciona os melhores hospitais no mundo analisa fatores como avanço da
tecnologia, enfermagem e credenciamento. Foto: Fabio Mangabeira
A cada ano, a USNews & World Report avalia os principais aspectos dos tratamentos de saúde nos centros médicos com base nas informações relativas ao paciente, dos resultados obtidos nos tratamentos e da reputação entre os profissionais. Trata-se de uma das mais reconhecidas pesquisas do gênero nos EUA. No total, são avaliados cinco mil hospitais até que se classifique o melhor em cada especialidade. As instituições são ranqueadas segundo a complexidade dos processos e procedimentos, a taxa de sucesso nos tratamentos, a segurança, a satisfação dos pacientes e o calibre de seus especialistas. A metodologia utilizada também analisa fatores como enfermagem, avanço da tecnologia e credenciamento.
Confira quais foram as grandes instituições nas especialidades Oncologia, Cardiologia, Neurologia, Traumatologia e Endocrinologia, entre os anos 2010-2011:

1º no tratamento de câncer

Universidade do Texas M.D. Anderson, Houston, Texas, EUA
O que é o melhor?
A missão do hospital é curar a doença, através de programas que integrem atendimento ao paciente, investigação e prevenção. Em 2010, mais de 105 mil pessoas procuraram por atendimento na instituição. Há pelo menos 10 mil inscritos em ensaios clínicos para novos tratamentos, no maior programa do tipo nos EUA. “Aqui, cirurgiões, oncologistas e radioterapeutas trabalham juntos para o tratamento multidisciplinar do câncer”, explica a presidente do hospital, Margaret Row.

1º no tratamento de Alzheimer

Universidade Johns Hopkins, Baltimore, EUA
Por que é o melhor?
O Centro de Memória e Tratamento de Alzheimer tem um programa interdisciplinar que combina os pontos fortes e as principais competências dos departamentos de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Geriátrica. O programa para o atendimento de pessoas com problemas de memória prevê avaliações diagnósticas – incluindo imagens do cérebro – e de biomarcadores. A equipe inclui médicos, enfermeiros, psicólogos, terapeutas ocupacionais, e outros provedores na prestação de cuidados continuados.

1º na área de cardiologia

Clínica Cleveland, Ohio, EUA
Por que é o melhor?
O segredo da instituição é combinar pesquisa, ensino e prática clínica para prestar tratamentos inovadores e de base científica para doenças cardíacas, vasculares e torácicas. “O nosso compromisso para a prevenção e a cura de doenças cardiovasculares tem levado a melhores resultados”, afirma o diretor da unidade do coração, Bruce Lytle. “Nós nos esforçamos para dar um tratamento excelente, incluindo o conforto físico do paciente, bem como cuidar de suas necessidades educacionais, emocionais e espirituais.” De fato, a clínica tem se empenhado cada vez mais para estabelecer um vínculo de confiança forte com seus pacientes.


1º no tratamento de obesidade

Clínica Mayo, Flórida, EUA
Por que é o melhor?
O Centro Bariátrico tem mais de 80 anos de experiência no tratamento da obesidade. A equipe é multidisciplinar, incluindo nutricionistas, cirurgiões, enfermeiras, médicos especialistas, e um psicólogo da saúde comportamental, a fim de abordar todos os aspectos dos cuidados da doença. Quando se agenda uma consulta, a equipe trabalha para realizar o tratamento no menor tempo possível, com informações prestadas aos pacientes para que eles possam tomar decisões sobre como querem prosseguir com os cuidados, cirurgicamente ou não. “A abordagem de nossa equipe permite desenvolver planos personalizados, para que o paciente tenha metas realistas e realizáveis para perda de peso”, explica Scott Lynch, diretor do hospital.

1º no tratamento de trauma

UCLA Centro Médico, Los Angeles, Califórnia, EUA
Por que é o melhor?
Um evento traumático é uma experiência que causa sofrimento físico, emocional e psicológico ao paciente. Para ajudá-lo, o Centro de Trauma e Cirurgia de Emergência do UCLA está disponível 24 horas por dia para responder a demandas de pacientes que sofrem lesões, aqueles com emergências cirúrgicas em geral e os que necessitam de cuidados intensivos.
Revista VivaSaúde edição 97

sábado, 1 de junho de 2013

QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL



Estamos avançando, mas comparados ao mundo desenvolvido e ao percentual frente ao tamanho do nosso país e da quantidade de pessoas que merecem o melhor, ainda é pouco!
Saiu recente o ranking das Universidades da América Latina, publicado pela QS Top Universities o QS Latin America University Rankings 2013 (vide em http://www.topuniversities.com/university-rankings/latin-american-university-rankings/2013). O destaque é que mais uma vez a USP foi a líder do ranking.
Temos p.ex. entre as 50 melhores, as brasileiras:
 1- USP; 3- UNICAMP; 8- UFRJ; 10- UFMG; 11- UNESP; 14- UFRS; 17- UNIFESP; 18- PUC-RJ; 21- UNB; 28- PUC-SP; 29- UFSCAR; 35- UERJ; 37- UFPR; 41- PUC-RS; 43- UFPE; 47- UFF; 50- UFSC.
Vejam que o desequilíbrio educacional no Brasil é enorme, pois destas 17 instituições, 11 estão no SE, 04 no S, 01 apenas no CO, e uma apenas para representar a massa de região e pessoal do N e NE.
Caso ampliemos o espectro para as 100, temos para as próximas 50:
58- UFBA; 64- UEL; 69- UFV; 70- UFSM; 71- UFC; 84- UEM; 97- UFPEL; 91- UFG; 92- UFU; 94- UFLA; 100- UPMackenzie.
Agora somamos e temos a mesma disparidade, entre as 28:
15 no SE; 08 no S; 02 no CO e 03 no N/NE (aliás para ser justo zero do N).

Vejam em uma forma gráfica singela:




Somente para registro, a primeira instituição da região Norte é a UFPA em 124, e pasmem mesmo entre as 300 temos só mais 4, todas públicas, as Federais do Amazonas, Acre e Roraima, e a Estadual do Pará, e há inúmeras instituições de cidades dos interiores de SP, MG e S.
Redigi este texto como exercício de análise crítica de uma informação que vi, mas também para mostrar quão grande ainda é a falta de qualidade em nossa educação, e aqui se deu ênfase apenas ao ensino superior e à América Latina, caso ampliemos a área para o globo caso piora muito, nesta própria fonte há um ranking global, e entre as 874 ranqueadas a USP é a primeira do Brasil na posição 179. Lógico que este é um dos instrumentos de pesquisa, que há outros, alguns como UNESCO, Leiden Ranking e Profcardy, mas em todos vemos este abismo do Brasil para o mundo desenvolvido.
Que atuemos em favor da educação, pois ela é a real transformadora de vida de um povo e de uma nação!!!
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Belo Horizonte, 01 de junho de 2013.

10 erros comuns dos líderes novatos.

Os jovens profissionais estão se tornando gestores cada vez mais cedo. Conheça as falhas mais comuns entre os novos chefes e saiba como corrigi-las.

Camila Mendonça, da



Mão arremessa bolas de papel em cesto de lixo

São Paulo - Nos últimos anos, o mercado de trabalho no Brasil vive a seguinte situação: com a economia em crescimento, abriram-se vagas e faltou gente qualificada para preenchê-las. A maneira que a maioria das empresas encontrou para resolver essa questão foi promover seus jovens mais bem avaliados internamente para ocupar as novas posições.
Essa solução tem dois efeitos positivos para a companhia que a adota: ela consegue preencher o posto vazio e, ao mesmo tempo, dá um aumento ao funcionário promovido, o que ajuda a retê-lo num momento em que o mercado está atrás de gente. O problema desse processo começa a ser sentido de forma nítida agora: há muita gente imatura em posição de liderança.
“Vivemos a fase do profissional em sua primeira vez: primeira vez gerente, primeira vez diretor, primeira vez presidente”, diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos. A sucessão dos cargos de gestão sempre aconteceu nas organizações. A diferença é que agora esse movimento se dá numa escala e numa velocidade sem precedentes no país.
O resultado da inexperiência dos líderes é uma gestão mais exposta a erros, que são inerentes ao aprendizado, mas se tornaram mais corriqueiros. “Líder você não pega na prateleira”, diz Marcelo Cuellar. “Se as empresas estão colocando inexperientes em postos de comando, têm de estar dispostas a pagar um preço e a conviver com falhas.”
Obviamente, não é dado aos líderes tempo de maturação na posição, o que faz com que aprender na prática seja a única alternativa para os funcionários recém-promovidos. “As companhias não se prepararam adequadamente para esse crescimento”, diz Janaína Ferreira Alves, coordenadora de pós-graduação do Ibmec, escola de negócios do Rio de Janeiro.
“Os profissionais que hoje estão ocupando pela primeira vez cargos de liderança normalmente tiveram uma ascensão acelerada, o tempo natural da carreira não foi respeitado, e isso tem consequências.” Mesmo com pouca experiência na cadeira de gestor, é possível corrigir as falhas.
A VOCÊ S/A ouviu chefes que assumiram cargos de liderança há pouco tempo e já aprenderam algumas lições. Também foram consultados especialistas em gestão de pessoas, liderança e recursos humanos. Esses profissionais apontaram os dez principais erros (e suas soluções) cometidos por gestores novatos. Confira.

1 Baixo foco em pessoas
Um dos principais problemas de líderes jovens é a dificuldade de gerenciar pessoas, segundo todos os especialistas consultados. “É um erro acreditar que ser gestor é ser o técnico dos técnicos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. “Eles se esquecem das pessoas e lideram pela pressão, colocando em risco a questão da qualidade de vida deles e da equipe”, diz Vera Martins, professora do curso Liderança Assertiva da Fundação Vanzolini, de São Paulo.
Solução: Olhe para o lado
Para gerir pessoas, dizem os especialistas, a solução é olhar para o lado e prestar atenção no que dizem e querem os subordinados. Tratar todos com respeito e educação é fundamental. Cursos de liderança, livres ou oferecidos por instituições de ensino, abordam o tema gestão de pessoas e até podem ajudar. “Eles amenizam as falhas, mas não resolvem o problema”, diz Marcelo Cuellar, da Michael Page.

2 Não ter propósito de carreira
Erram os líderes que assumem o posto por status e salário. “Esse, com certeza, é o pior erro que o gestor pode cometer”, diz Silvio Celestino. Para ele, quem lidera de olho na conta bancária não consegue traçar planos de longo prazo para a empresa e deixa de preocupar-se com o trabalho da equipe. “Ele centraliza as atividades para entregar resultados e obter lucros imediatos.”
Solução: Defina o que você quer
Ter uma meta é importante em qualquer momento da carreira. Se a ideia é ser gestor, veja como alcançar o objetivo da melhor maneira possível para a sua trajetória profissional, avaliando o que ainda é preciso desenvolver para conseguir o que quer.

3 Descuidar-se da comunicação
Comunicar-se bem é uma obrigação do gestor. Ele é o responsável por traduzir para a equipe a estratégia da empresa. Quem falha nesse quesito terá problemas de desempenho. “Eu falhei ao tentar fazer mudanças de gestão sem alinhar com meus sócios”, diz Gustavo Gomes, de 33 anos, diretor executivo do Grupo Núcleos, de clínicas médicas. “Teria gastado menos energia se tivesse identificado algumas pessoas-chave para me ajudar nesse processo.”
Solução: 
Seja transparente
“Ouvir e dar abertura para as pessoas exporem ideias é imprescindível”, diz Taís Amaral, professora de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo. Comunicar claramente aos subordinados os passos que a organização dá faz do líder uma referência. “Se as coisas não estiverem bem, diga que não estão bem”, diz Janaína Alves, coordenadora de pós-graduação do Ibmec.

4 Comprometer-se demais
Por insegurança ou ambição, o jovem líder pode assumir prazos e outros tipos de compromisso sem saber se pode cumpri-los. No passado, o economista Sacha Dowek, de 32 anos, gerente comercial da Adina, importadora e produtora da indústria têxtil, prometeu a clientes prazos que dificilmente conseguiria arcar. “Foi ingenuidade”, diz. Hoje, com três anos na gerência da área comercial da empresa, Sacha aprendeu o valor de pensar a longo prazo. “Sou menos impulsivo”, afirma.
Solução: Visualize o futuro
“Comprometer-se além da conta é um erro quase inevitável e faz parte do perfil do jovem”, diz George Stein, gerente de programas abertos do Insper, escola de educação executiva. Por mais tentador que seja, diga “não” quando não tiver certeza. “Planejando, o risco de errar é menor”, avalia George.

 5 Comportar-se como um colega
Dois sentimentos distintos podem surgir quando se alcança um posto de liderança: arrogância ou condescendência. O medo de perder a amizade daqueles que, até então, eram seus pares é o que mais acomete líderes jovens, acredita Taís, da Trevisan. O receio faz com que eles deixem de fazer cobranças mais pontuais para tentar ser vistos como colegas.
“Via mais o lado do colaborador do que o da empresa e cheguei a me exceder com um superior por isso”, diz Renata Honorato, de 29 anos, gerente de vendas e marketing há dois anos do E.Group, rede de pousadas e hotéis de luxo. “Fui solidária demais.” Quando teve de demitir duas pessoas a pedido da empresa, sob a justificativa de corte de pessoal, Renata sofreu. “Fiquei até doente.”
Solução: 
Equilibre os dois pratos da balança
Quando um colega assume um cargo de chefia, ocorre uma mudança na relação de poder, o que pode gerar atrito. O líder deve mostrar que tem seus valores e que eles estão alinhados aos da organização. Como fazer? Preservando a coerência entra a fala e a ação no dia a dia. Manter o equilíbrio entre as crenças pessoais e considerar as necessidades da companhia e dos subordinados são os principais passos para evitar o estresse pessoal e na relação com a equipe.

6 Focar apenas em resultados
Um líder que fica de olho apenas no fim do processo, que na maioria dos casos são metas financeiras, tende a criar atalhos para alcançá-lo mais rápido. “Muitas vezes, esses atalhos trazem resultado imediato, mas comprometem a empresa no longo prazo”, diz Stella Angerami, especialista em counselling, de São Paulo. Apresentar resultado de cara é a grande preocupação de uma pessoa nova no cargo. Mas forçar a equipe a apresentar números não dá em nada. “Isso pode levar a equipe a tomar atitudes ilegais ou antiéticas”, diz Silvio Celestino.
Solução: De olho no caminho
A conquista de resultados é um processo. Administrar a pressão desde o primeiro dia evita que ela cresça muito no final. Além disso, diz George Stein, gerente de programas abertos do Insper, esse cuidado auxilia o gestor a planejar e distribuir tarefas de uma maneira organizada.

7 Dificuldade em dar feedback
O líder é responsável por explicar a seus subordinados se o trabalho deles está de acordo com o que a empresa espera, se eles estão indo na direção certa. Ao cumprir mal essa tarefa, ele prejudica o desempenho de sua equipe e o seu próprio. “Sem retorno, o funcionário não sabe o valor de seu trabalho”, diz Fábio Saad, consultor da Robert Half.
Solução: Avalie constantemente
Sentar com cada membro da equipe, ao menos uma vez por mês, deve ser rotina de todos os líderes. Se a equipe for grande, o líder deve acompanhar o trabalho, orientar e dar o retorno enquanto as coisas acontecem. A avaliação de desempenho é uma ferramenta importante para auxiliar líderes a entender a equipe. Mas o líder deve ajudar a colocar em prática o que foi combinado na avaliação.

8 Falta de controle sobre a ansiedade
 “A ansiedade leva a erros, e todas as outras habilidades ficam fragilizadas em momentos de tensão”, diz Janaína, do Ibmec. Allan Sato Horita, de 29 anos, diretor de marketing, negócios e operações da Transit Telecom, empresa de telecomunicações de São Paulo, entrou na empresa como estagiário de direito em 2006 e após um ano já era supervisor.
“Eu estava aprendendo a gerenciar pessoas e, por um momento, esqueci um pouco de ser gestor. Na ansiedade, atropelava funcionários para atingir resultados”, diz. “Essa atitude gera desmotivação. É um dos maiores erros que um líder pode cometer”, diz Fábio Saad, gerente da consultoria Robert Half.
Solução: Planejamento ajuda
A ansiedade deriva da insegurança ou da necessidade de controle. Uma alternativa para dosá-la é ouvir a equipe também. “Comecei a conversar com pessoas mais experientes e com minha equipe”, diz Allan. “Estou mais informado e menos ansioso.”

9 Generalizar a gestão
Tratar a equipe de forma homogênea é uma maneira de facilitar a gestão — para o líder. Para quem está embaixo, isso pode gerar frustração. “Você tem que levar diferenças em conta para garantir a igualdade e a justiça”, diz Marcelo Cuellar, da Michael Page. É um erro dar condições iguais para profissionais que têm experiências e realidades diferentes.
“Não dá para uniformizar a gestão”, diz Gianfrancesco Ghiurghi, de 31 anos, gerente de vendas da Sadive, concessionária de caminhões de São Paulo, que se tornou gestor há menos de dois anos. “Uma das principais dificuldades que tive foi aprender a trabalhar a individualidade”, diz Gianfrancesco.
Solução: Estude sua equipe
Um bom gestor, acredita Germano Glufke Reis, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-Eaesp), sabe identificar e ressaltar os pontos fortes e amenizar as falhas de seus subordinados. “É obrigação do gestor estudar a equipe e saber com quem está trabalhando”, avalia Germano. Para evitar injustiças, conheça o que cada membro de seu time tem a oferecer e monitore a evolução de cada um deles.

10 Não saber delegar
“Eu queria abraçar o mundo, mas fiquei sobrecarregada e estressada”, conta a administradora Crisleine Pereira, de 30 anos, diretora da Comunika, empresa de negócios por celular, de Porto Alegre, que passou de analista de marketing a diretora em três anos. Os primeiros meses como líder, lembra ela, foram difíceis.
“Os meus maiores desafios eram priorizar e aprender a delegar.” A dificuldade de distribuir tarefas é erro comum entre os mais inexperientes, que acabam centralizando e realizando as tarefas dos subordinados com medo de perder o poder. “A pessoa acaba fazendo sozinha, com receio de que os outros não façam direito”, afirma o coach Silvio Celestino.
Solução: Confie na sua equipe
A consequência de não delegar é entregar um trabalho atrasado e com erros. Por isso, a solução é ir experimentando aos poucos até adquirir confiança nos profissionais. “Estabelecer relação de confiança e comprometimento com a equipe exige equilíbrio emocional”, afirma Janaína, do Ibmec. “E isso leva tempo.”
 
Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/162/noticias/10-erros-dos-lideres-novatos?page=1




 
 

4 executivos contam como ser o número 1 nas empresas.

Estes quatro executivos foram revelados pela VOCÊ S/A com outros 100 potenciais CEOs. Eles chegaram lá e agora contam como ser o número 1.

Identificar executivos com potencial de liderar as empresas de amanhã. Essa era a proposta do CEO do Futuro, projeto da VOCÊ S/A que teve início em 2001, contou com sete edições e foi realizado em parceria com Korn/Ferry e Fundação Instituto de Administração.

Em sua primeira edição, recebeu 1.000 currículos. Os candidatos tinham o histórico auditado e as competências mapeadas. A informações eram confrontadas com as habilidades exigidas para ser presidente. O perfil dos vencedores foi publicado na VOCÊ S/A.
Dos 104 eleitos, 24 se tornaram presidente de empresa. O prêmio foi criado nos primeiros anos do Plano Real (de estabilidade econômica, portanto), quando centenas de empresas chegavam ao país ou estavam expandindo seus negócios. As companhias tinham urgência em identificar líderes — e o CEO do Futuro prestou esse serviço.
O prêmio teve sua última edição em 2008. A queda do número de inscrições motivou a decisão de encerrar o projeto, que deixou história. Em 2003 foi fundado o Instituto CEO do Futuro, que dá cursos para jovens de baixa renda, de 18 a 25 anos, se desenvolverem profissionalmente — 300 deles já foram capacitados.
No LinkedIn, o grupo CEOs do Futuro conta com 78 executivos que estiveram nas páginas da VOCÊ S/A.

Marcelo Miranda
35 anos, CEO do Futuro em 2006,  se tornou presidente da construtora BS em 2009. Atualmente comanda a Precon Engenharia.
Quem é ele: engenheiro e líder precoce, Marcelo assumiu a área financeira da construtora Andrade Gutierrez aos 23 anos. Desde então, os desafios vem aumentando.
Conselho de carreira: "Nunca perca seus ideais. Quando você começa trabalhar só por dinheiro e por meta, as coisas perdem o sentido".

João Ramires
39 anos, CEO do Futuro em 2003, assumiu a direção da Coca-Cola Guararapes em 2004. É o atual gerente-geral da Coca-Cola no Brasil.
Quem é ele: carioca, administrador de empresas, João é um workaholic diagnosticado. Aos 23 anos, já estava com pressão alta. Hoje, faz esportes e tem uma vida regrada.
Conselho de carreira: "Não se contente com soluções simplistas".

Anna Chaia
44 anos, CEO do Futuro em 2002, se tornou presidente da L’Occitane no Brasil em 2009. Em agosto do ano passado, a empresa anunciou que optou por uma gestão francesa e nomeou Benjamin Beaufils presidente.
Quem é ela: formada em marketing, passou por diferentes setores de grandes empresas, como Unilever, Natura e Whirlpool.
Conselho de carreira: "Invista na sua formação. Eu tentei ser consistente desde o começo, investindo também na prática".

Rodrigo Santos
38 anos, CEO do Futuro em 2005, se tornou presidente da Monsanto em janeiro deste ano
Quem é ele: engenheiro agrônomo, Rodrigo é tido pelos pares como um profissional inovador e criativo.
Conselho de carreira: "Tenha um olhar empreendedor, veja o positivo das coisas e busque os porquês".

 Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/179/noticias/eles-venceram?page=1


 

Mudanças climáticas impulsionaram desenvolvimento humano.

Pesquisa mostra que períodos mais úmidos na África do Sul coincidiram com inovações tecnológicas ocorridas entre 80.000 e 40.000 anos atrás.

umidade
Enquanto o resto da África subsaariana sofria com secas, a África do Sul passava por períodos de grande umidade, que provocaram aumento da população e maior interação cultural (Thinkstock)
Uma pesquisa publicada nesta terça-feira na revista Nature Communications mostra que rápidas mudanças climáticas ocorridas entre 80.000 e 40.000 anos atrás provocaram surtos de inovação cultural. O estudo se baseia em dados da África do Sul e mostra que períodos de aumento da umidade coincidem com grandes avanços tecnológicos, como a fabricação de ferramentas de pedras e ossos e ornamentos pessoais.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Development of Middle Stone Age innovation linked to rapid climate change

Onde foi divulgada: periódico Nature Communications

Quem fez: Martin Ziegler, Margit H. Simon, Ian R. Hall, Stephen Barker, Chris Stringer e Rainer Zahn

Instituição: Universidade de Cardiff, no País de Gales; Museu de História Natural de Londres, e outras instituições

Dados de amostragem: Amostras de sedimentos marinhos encontrados na costa da África do Sul

Resultado: Ao reconstruir a evolução do clima ao longo dos últimos 100.000 anos, os pesquisadores perceberam que períodos de maior umidade coincidiram com momentos de maior desenvolvimento tecnológico
Os humanos modernos surgiram há cerca de 200.000 anos durante a Média Idade da Pedra — período que durou de 280.000 a 30.000 anos atrás. Alguns dos exemplos mais remotos de artefatos culturais foram encontrados na África do Sul, com evidências fósseis que mostram picos do desenvolvimento das populações locais.
Nesse estudo, os cientistas analisaram sedimentos marinhos da costa da África do Sul e reconstruíram a evolução climática da região ao longo dos últimos 100.000 anos. "Nós descobrimos que a África do Sul passou por rápidas transições para climas mais úmidos na mesma época em que o Hemisfério Norte experimentava condições extremamente frias", afirma Martin Ziegler, professor da Universidade de Cardiff, no País de Gales.
Os pesquisadores já haviam ligado esses períodos de resfriamento do Hemisfério Norte a mudanças nas correntes marinhas atlânticas, que reduziram o transporte de água quente até o Norte do planeta. Pela mesma razão, eles também haviam notado que a África subsaariana passou a sofrer com grandes períodos de seca. "Nossos novos dados, no entanto, contrastam com o resto da África subsaariana e mostram que o clima na África do Sul respondeu na direção oposta — com um aumento na quantidade de chuvas. Isso pode estar associado a uma movimentação global do cinturão de monções tropicais em direção ao sul", diz Ziegler.
Fábrica ancestral – Quando os dados climáticos foram comparados aos períodos de grande desenvolvimento cultural dos povos locais, os pesquisadores encontraram grandes coincidências: os vestígios de fabricação acelerada de objetos durante a Média Idade da Pedra coincidem com os períodos de maiores chuvas. "De modo similar, o desaparecimento dessas indústrias parece coincidir com a transição para períodos mais secos", diz Ian Hall, pesquisador da Universidade de Cardiff. Os pesquisadores teorizam que isso poderia ter acontecido porque os períodos de maior umidade provocariam um crescimento da população local, aumentando a troca de informações culturais.
Os dados arqueológicos da África do Sul são importantes porque mostram algumas das evidências mais antigas do comportamento humano moderno. A pesquisa, no entanto, ainda não pode ser extrapolada para outras regiões do planeta. "A qualidade dos dados da África do Sul nos permitiu fazer correlações entre mudanças climáticas e comportamentais, mas precisaremos de dados de outras áreas antes de dizer que essa região teve importância primordial para o desenvolvimento da cultura humana moderna", diz Chris Stringer, pesquisador do Museu de História Natural de Londres.




Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/mudancas-climaticas-impulsionaram-desenvolvimento-humano
 

Os 10 postos de trabalho mais difíceis de preencher no Brasil.

País é segunda nação com maior escassez de talentos, segundo pesquisa que ouviu quase 40.000 empregadores em 42 nações.

Taxa média global de escassez de talentos é de 35%
Taxa média global de escassez de talentos é de 35% (Thinkstock)
O Brasil ocupa a segunda posição em um ranking mundial divulgado nesta terça-feira que pretende medir a difuldade que as empresas enfrentam para contratar funcionários — ou o déficit de talentos disponíveis. Conduzido pelo ManpowerGroup, empresa especializada em seleção com escritórios em 80 países, o estudo Talent Shortage Global Survey (Pesquisa global de falta de talentos) ouviu 38.618 empregadores em 42 nações. No Brasil, 68% dos entrevistados relataram dificuldades para preencher vagas em suas organizações. O índice é quase o dobro da média global, de 35%.
Leia também:
Para mulheres, sucesso é sinônimo de equilíbrio entre carreira e vida pessoal
Metade dos jovens escolhe carreira sem conhecer profissão
Pesquisa: 51% dos jovens querem empreender em 6 anos

É a segunda vez consecutiva que o Brasil aparece na vice-liderança do ranking. Em primeiro lugar, está o Japão, onde 85% dos gestores disseram que a falta de profissionais capacitados dificulta a contratação de pessoas com habilidades necessárias. A terceira colocação ficou com a Índia, com taxa de 61%.
O estudo aponta também os dez postos de trabalho, no Brasil, em que há maior dificuldade para o preenchimento de vagas. Técnicos, operadores de produção e profissionais da área de finanças formam o "top 3". "A falta de profissionais de habilidades técnicas é um problema estrutural no país, já que os cursos técnicos não são prioridade na formação dos jovens", afirma Riccardo Barberis, diretor do ManpowerGroup no Brasil.

Os dez postos de trabalho mais difíceis de preencher no Brasil

Informações do estudo Talent Shortage Global Survey, da ManpowerGroup

Técnico em geral



Operador de produção

 

Contador e profissional de finanças

 

Trabalhador manual

 
 

Operário

 
 

Engenheiro

 
 

Motorista

 
 

Secretária, assistente administrativo e auxiliar de escritório

   
 

Representante de vendas

 
 
 

Mecânico

 
   
A taxa global de escassez de talentos em 2013, de 35%, é a maior desde 2008.
Nos dois primeiros anos do estudo, 2006 e 2007, os índices foram de 40% e 41%, respectivamente.
Entre os obstáculos para a contratação, figuram, em ordem, falta de competências técnicas dos candidatos (34%), escassez de profissionais (32%) e inexperiência dos aspirantes às vagas oferecidas (24%).
O estudo alerta para o fato de que as dificuldades relatadas pelos empregadores não têm relação, necessariamente, com as taxas de desemprego dos respectivos países. O Japão, por exemplo, ostenta taxa de desemprego similar às da China e Taiwan — que, por sua vez, enfrentam escassez de talentos bem menor: 35% e 45%.
No outro oposto do ranking, o de países menos propensos a apagões de talentos, aparecem Irlanda e Espanha. Esse países têm índices em torno de 3%.

Fonte geral: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/os-10-postos-de-trabalho-mais-dificeis-de-preencher-no-brasil



A importância da vacinação em adultos.

Dados do Ministério da Saúde apontam que apenas metade dos brasileiros entre 20 e 29 tomaram vacina contra a hepatite B. Baixa imunização pode levar a formas mais agressivas da doença.

Juliana Santos
Vacina adultos
Adesão à vacinação é menor entre adultos do que em crianças. Negligência pode colocar em risco a saúde não só de quem não se vacina, mas das pessoas ao redor (Thinkstock)
A última vacina do calendário de vacinação infantil é dada aos 10 anos de idade. A vacina contra a febre amarela encerra uma fase de altos índices de imunização — de acordo com um levantamento feito a pedido do Ministério da Saúde (MS), e publicado no periódico médico Vaccine, 82,6% das crianças brasileiras tomaram todas as vacinas recomendadas até os 18 meses de idade. Passada essa fase, no entanto, a cobertura vacinal despenca. De acordo com especialistas ouvidos pelo site de VEJA, há baixa informação e conscientização da população sobre a importância da vacinação em adultos. Dados do MS apontam, por exemplo, que apenas metade dos adultos de 20 a 29 anos tomou a vacina contra a hepatite B. Um adulto com a caderneta de vacinação desatualizada corre riscos não apenas de desenvolver formas mais agressivas das doenças, mas também de fazer as vezes de vetor de transmissão, podendo colocar crianças em risco — como os próprios filhos.
A vacina é produzida com partes de vírus ou bactérias enfraquecidos, que entram no organismo para estimular a produção de anticorpos. Um exemplo é vacinação contra o sarampo. Uma vez que os anticorpos estão em circulação no sangue, o corpo está em posição de combate, pronto para exterminar o vírus causador da doença. O problema é que algumas vacinas acabam por perder seu efeito protetor com o passar dos anos, e precisam de novas doses para reforço do efeito imune. “A vacinação infantil no Brasil tem bons índices. Nos adultos, quando esse reforço se faz necessário, a adesão ainda é muito baixa”, diz Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm).
Segundo Antonio Condino Neto, professor do Departamento de Imunologia da Universidade de São Paulo (USP), uma das estratégias atuais para tentar driblar essa baixa adesão é a educação. "Em campanhas de vacinação, a estratégia é conversar sobre vacinação também para aqueles adultos que estão levando as crianças”, diz
De acordo com dados de 2011 do Ministério da Saúde, apenas metade dos adultos de 20 a 29 anos foram imunizados contra hepatite B, e 32% das mulheres de 15 a 49 anos tomaram a vacina contra difteria e tétano. Para o caso das vacinas que não são fornecidas para adultos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um dos obstáculos é o preço. A vacina de HPV, indicada para a prevenção do papilomavírus humano, causador do câncer de colo de útero, custa, em média, 350 reais a dose — são necessárias três doses.
Adultos — Dentro do calendário de vacinações estipulado oficialmente, há o que se costuma chamar de imunidade de rebanho. Isso significa que quando, no mínimo, 95% do público alvo estão vacinados, os 5% restantes que não podem tomar vacina por motivos de saúde também estão protegidos. A lógica serve para estabelecer as metas de vacinações infantis, mas dita ainda a importância de manter a caderneta em dia quando adulto.
Em outras palavras, isso significa que um adulto não vacinado não coloca em risco apenas a sua saúde. Além de poder contrair versões mais agressivas de doenças como o sarampo, ele ainda pode servir como vetor de transmissão para crianças que não completaram a imunização. “Qualquer doença para a qual aquela pessoa não está vacinada, pode ser contraída e, por consequência, transmitida para outro indivíduo”, diz Paulo Olzon, infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Algumas vacinas, no entanto, são importantes apenas para determinados grupos. A da febre amarela, por exemplo, é indicada para quem reside — ou para quem viaja — para locais onde o risco da doença é elevado. Já a vacina da gripe é recomendada especialmente para pacientes com doenças pulmonares crônicas, como a asma, que são mais suscetíveis a infecções respiratórias.
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Caderneta — No caso de adultos que não conhecem seu histórico de vacinação ou que não têm a caderneta em mãos, as vacinas devem ser tomadas considerando-se que a pessoa não foi vacinada. “Uma eventual repetição de doses não traz prejuízos”, diz Renato Kfouri. Uma segunda opção é realizar um exame de sangue para avaliar a presença de anticorpos no organismo. Se a pessoa tiver determinado anticorpo, sinal de que está imunizada e que não precisa da vacina.

Vacinação de adulto

Calendário de vacinação para adultos deve ser adaptado e individualizado de acordo com as necessidades de cada paciente:

19 a 49 anos

 
Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da vacina dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais do que versões anteriores (não disponível no SUS).
HPV – três doses da vacina até os 26 anos de idade. É importante lembrar que ela deve ser tomada por homens e mulheres. É contraindicada para gestantes. Existem dois tipos da vacina disponíveis no Brasil. Em uma delas, há imunização contra os tipos 6, 11, 16 e 18 de HPV — a segunda dose é dada dois meses após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-2-6 meses). Na segunda versão da vacina, há proteção contra os tipo 16 e 18 de HPV — a segunda dose deve ser tomada um mês depois da primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) — uma dose, mesmo quem já tenha tomado na infância. É contraindicada para gestantes e para pessoas com imunodeficiência. Fornecida pelo SUS.
Varicela — duas doses, com intervalo de três meses entre elas, para quem nunca tomou. Costuma ser indicada para adultos por ser uma vacina recente — muitas pessoas não a tomaram na infância. É contraindicada para gestantes e pessoas com imunodeficiência.
Hepatite A – duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença. A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses). Fornecida pelo SUS.
Meningocócica — uma dose.
Influenza — doses anuais. Oferecida pelo SUS para gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.

50 a 64 anos


  Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).
Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença. A segunda dose é dada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Influenza — doses anuais. Fornecida pelo SUS  para maiores de 60 anos, gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.
Pneumocócica — uma dose, a partir dos 60 anos. Fornecida pelo SUS.

A partir de 65 anos


  Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).
Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.
Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença.  A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).
Influenza — doses anuais. Fornecida pelo SUS.
Pneumocócica — uma dose para quem tomou a primeira aos 60 anos, ou duas doses com intervalo mínimo de cinco anos entre elas. Fornecida pelo SUS.

Fontes: Calendários de Vacinação do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Hospital Albert Einstein e Luis Fernando Aranha Camargo, infectologista do Hospital Albert Einstein.

  Fonte geral: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/a-importancia-da-vacinacao-em-adultos



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