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terça-feira, 19 de junho de 2012

Texto da Rio+20 é "fracasso colossal", criticam ONGs.

CLAUDIO ANGELO
CLAUDIA ANTUNES
DO RIO
Ambientalistas presentes ao Riocentro chamaram de "fracasso colossal" o rascunho final do texto da Rio +20, apresentado nesta terça-feira pelo Brasil aos delegados, e afirmaram que a conferência "pode acabar antes de começar".
"Uma madrugada de negociações depois, os diplomatas no Rio decepcionam o mundo", afirmou Jim Leape, diretor-geral do WWF.
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Segundo ele, faltou visão e liderança aos diplomatas. "Eles deveriam ter vergonha de sua incapacidade de encontrar consenso em um tema tão crucial."
O texto brasileiro apenas reafirma os compromissos firmados 20 anos atrás, na Eco-92, mas não faz avanços significativos na agenda de desenvolvimento sustentável, à exceção do acordo em torno de lançar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O texto sobre oceanos, que o Brasil esperava ver como um dos principais resultados da conferência do Rio, foi piorado em relação à versão anterior do documento, afirma Matthew Gianni, da ONG High Seas Alliance.
Seu parágrafo 162, que antes concordava em lançar "o mais rápido possível" um acordo de implementação da Convenção da ONU sobre a Lei do Mar que protegesse a biodiversidade marinha em áreas além da jurisdição nacional, agora "só diz que vamos esperar até 2015 para tomar a decisão", afirma Gianni.
"De duas uma: ou o Brasil está dando aos EUA o que eles querem ou mudou de propósito [para forçar uma mudança por outros países]", disse Gianni, em alusão à oposição americana ao acordo.
"A Rio+20 deveria ser um ponto de virada. Não há sinal disso aqui", disse Stephen Hale, porta-voz da Oxfam.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1106909-texto-da-rio20-e-fracasso-colossal-criticam-ongs.shtml

Prefeitos do C40 acertam redução de gases poluentes.

Por Alfredo Junqueira

Rio - Enquanto diplomatas e representantes dos chefes de Estado participavam de árdua negociação para fechar um esboço do documento final da Rio+20, as 59 cidades que integram o grupo C40 e a Cúpula dos Prefeitos no Forte de Copacabana apresentavam, na manhã de terça-feira, um comunicado em que se comprometiam a adotar medidas para evitar a emissão de 1,3 bilhão de toneladas de gases responsáveis pelo efeito estufa até 2030.
Caso consigam cumprir seus objetivos, as cidades do C40 emitirão em 2030 uma quantidade de poluentes 45% menor do que previsto atualmente. Em valores nominais, as maiores metrópoles do mundo estão se comprometendo a manter daqui a 18 anos os mesmos níveis de poluição registrados em 2010. Todas as promessas dos representantes do C40 fazem parte, no entanto, de uma carta de intenções. Os prefeitos e representantes municipais não assinaram um tratado ou protocolo regido por legislação internacional.
Na solenidade comandada pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que também preside o C40, os representantes das cidades cobraram dos governos centrais de seus países mais apoio e autonomia para políticas públicas locais. Eles também reforçaram que pretendem cumprir suas metas e estreitar seus laços mesmo que os chefes de Estado na Rio+20 não cheguem a um consenso até o final da cúpula, que termina na sexta-feira.

Pia, controle remoto e interruptor de luz são algumas das partes mais contaminadas nos quartos de hotel.

Estudo ainda mostrou que carrinhos de limpeza têm altos níveis de bactérias e fazem com que contaminação circule pelos ambientes.

Quarto do hotel
Quarto de hotel: pesquisadores americanos se surpreendem ao descobrir que controle remoto da televisão é uma das superfícies mais contaminadas por bactérias do ambiente (Stefan Kraus)
Pesquisadores americanos, ao observarem quais são as superfícies mais contaminadas por bactérias nos quartos de hotel, descobriram que, além dos lugares que já eram esperados, como a pia do banheiro, o controle remoto da televisão e os interruptores de luz estavam entre as partes mais sujas do ambiente. Eles também chamaram a atenção para o fato de os carrinhos de limpeza, com seus acessórios como esponjas e esfregões, serem um dos principais responsáveis pela circulação das bactérias entre os cômodos. O estudo foi apresentado neste domingo no encontro da Sociedade Americana de Microbiologia, em San Franciso, nos Estados Unidos.
“Atualmente, o método de validação da limpeza dos quartos é apenas visual, e tem se mostrado ineficaz para medir os níveis de saneamento do ambiente”, diz Katie Kirsch, pesquisadora da Universidade de Houston, nos EUA, e coordenadora do trabalho. Para a autora, a limpeza adequada dos hotéis deve sempre ser levada em consideração pelos hóspedes, já que o contato com superfícies contaminadas é uma possível maneira de transmitir doenças ao longo da estada. “Isso representa um risco aos hóspedes, especialmente aos que têm um sistema imunológico deficiente, que são os mais suscetíveis a infecções”, afirma. Os autores não avaliaram, no entanto, se as bactérias detectadas podem ou não provocar doenças.
Após medirem os níveis de contaminação bacteriana em uma amostra de quartos de hotel em três estados americanos, Kirsch e sua equipe observaram também que cabeceira de cama e maçaneta das portas do banheiro são algumas das superfícies menos contaminadas. Segundo Kirsch, como — ao menos nos Estados Unidos — os funcionários de hotéis gastam, em média 30 minutos para limpar cada quarto, é importante que os itens mais contaminados dos ambientes sejam identificados e recebam prioridade na limpeza.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/pia-controle-remoto-e-interruptor-de-luz-sao-algumas-das-partes-mais-contaminadas-nos-quartos-de-hotel

Plenária de Soberania Alimentar debate os motivos da crise alimentar e as soluções camponesas.


As cinco plenárias da Cúpula dos Povos tem a função de socializar o que foi debatidos pelas diversas organizações e movimentos nas atividades dos dias anteriores de acordo com três eixos: as causas estruturais das crises e falsas soluções apresentadas pelo capital; as soluções dos povos para os problemas e a agenda de ações dos povos. Ao final do processo, cada plenária produzirá um documento, que será levado para as Assembleias de convergência da Cúpula.
A plenária número 3 tratou da Soberania Alimentar. Participaram dela diversas organizações e movimentos sociais do campo nacionais e internacionais, como Via Campesina, MST, Marcha Mundial das Mulheres, Associação Nacional de Agroecologia (ANA), o Grupo de Estudos em Agrobiodiversidade (GEA) movimentos quilombolas, indígenas, entre outros.
Na parte da manhã, debateu-se os motivos da crise e as falsas soluções dadas pelos governos e corporações para resolvê-las. O modelo do agronegócio foi apontado como o principal responsável pela crise alimentar. Ao priorizar o latifúndio monocultor, o agronegócio aumentou a expulsão de camponeses, indígenas e negros do campo, agravando a concentração de concentração de terras; o modelo criou um êxodo rural forte, além do uso de trabalho escravo no campo, a privatização das sementes, a utilização de agrotóxicos e alimentos transgênicos na lavoura.
Além disso, pois desde sua implantação a crise climática aumentou, ao passo que a perda de alimentos na cadeia produtiva aumentou de 30% a 40%. O Agronegócio se apropria de recursos naturais para existir, e mesmo sendo um modelo de agrário que somente aumenta as desigualdades, continua sendo a opção política dos Estados, que se subordinam aos seus interesses, dando aos latifundiários grandes incentivos públicos. Movimentos de diversos lugares do mundo, como Índia, Bolíivia, África, Argentina e Paraguai, relataram que os mesmos problemas causados pelo agronegócio no Brasil está presente em outros lugares, pois são as mesmas companhias transnacionais que ditam as regras.
A economia verde, proposta que está sendo discutida na Rio+20 como novo modelo de desenvolvimento, que vai resolver as crise, também foi duramente criticada. A economia vede foi descrita como uma agenda política que quer preparar o território para a acumulação de capital por meio do controle da natureza, que vai agravar os problemas já existentes no campo, como a grilagem, despejos da população original e concentração de terras.
Por fim, questionou-se o papel que a tecnologia agrícola exerce hoje, que serve apenas para aumentar a acumulação de riquezas e o controle no campo a uma velocidade maior, pela utilização de máquinas e sementes transgênicas. Ao invés de se pensar em soluções sociais para problemas sociais, estas tecnologias prometem resolver os problemas por si só. Exemplo disso são os processos tecnologicos mais recentes, como a biotecnologia, que promete criar a diversidade natural que perdemos em um laboratório, liberando a exploração dos recursos atuais à exaustão; a geoengenharia, por sua vez, vai permitir “controlar o termômetro das regiões do mundo”. Ao invés de se diminuir as emissões de carbono para controlar a crise climática, esse controle resolveria o problema. No entanto, esse controle estará nas mãos dos poderosos, o que pode ter graves conseqüências para todos.
Nossas soluções – Na parte da tarde, a plenária se reuniu pela segunda vez para discutir as alternativas que vem de experiências dos povos aos problemas sociais que vivemos. A Soberania Alimentar é o modelo agrícola que foi proposto na plenária como alternativa ao agronegócio e à crise ambiental e alimentar que vivemos. O termo contrapõe-se ao de Segurança Alimentar, cunhado pela FAO como forma de tentar resolver a crise alimentar por vias de mercado, e que foi responsável por desestimular a produção interna de alimentos dos países, que precisam importá-los agora.
A Soberania Alimentar consiste em dar aos camponeses condições dignas para viver e produzir alimentos saudáveis, que não estão contaminados por agrotóxicos e cujas sementes são as crioulas tradicionais dos povos, e não transgênicas. Nos dias atuais, a agricultura familiar, apesar da falta de incentivos públicos, é responsável por alimentar 70% da população mundial. Se a Soberania Alimentar for adotada, será possível produzir alimentos para o mundo todo. Para que isso aconteça, no entanto, é preciso que medidas contrárias às que são adotadas hoje sejam tomadas.
A principal é o conjunto de políticas públicas que precisa ser adotado, para dar aos camponeses o acesso a terra, deve-se realizar efetivamente a Reforma Agrária; Também é necessário garantir aos camponeses o acesso à água, às sementes locais e ao crédito rural. O saber camponês precisa ser resgatado e valorizado; deve-se alterar a situação das mulheres camponesas, que trabalham mais no campo do que os homens, mas não tem seus direitos reconhecidos e são vítimas de violência, e demarcar as terras indígenas, em constante ameaça pelo agronegócio e pelos megaprojetos. Em relação à Juventude, é preciso erradicar o trabalho infanto-juvenil e garantir a permanência dos jovens no campo.
Foi ressaltado o papel da agroecologia na soberania alimentar. O desafio do modelo agroecológico não é técnico, pois sua eficácia para alimentar o mundo e esfriar o clima está comprovada. Seu desafio é político, pois é um modelo que incomoda as grandes agroindústrias.
Por fim, a plenária destacou que implantar a Soberania Alimentar dadas as condições atuais é um desafio que só pode ser cumprido se as pessoas tanto do campo como da cidade, de todo o mundo, se unirem contra um modelo que vê os alimentos e o planeta apenas como uma mercadoria e explora os camponeses, para lutar por um modelo que respeite os recursos naturais, e reconheça a importância de quem coloca comida na nossa mesa.
Convergência de Comunicação da Cúpula dos Povos – MST

Fonte: http://cupuladospovos.org.br/2012/06/plenaria-de-soberania-alimentar-debate-os-motivos-da-crise-alimentar-e-as-solucoes-camponesas/

Brasil é o quinto em novo índice de sustentabilidade criado pela ONU.

Pnuma lançou na Rio+20 indicador para complementar cálculo do PIB.
Foram analisados 20 países; China lidera e Brasil está à frente dos EUA.

Eduardo Carvalho Do G1, no Rio

Um novo indicador lançado neste domingo (17) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) coloca o Brasil como a nação com o quinto maior crescimento sustentável anual per capita do mundo, à frente de potências como Estados Unidos e Canadá.
O indicador aplica informações referentes ao capital humano, natural e manufaturado de 20 países para mostrar um panorama mais amplo que o PIB (Produto Interno Bruto), que tem apenas um viés econômico.
Os primeiros lugares no novo índice ficaram, na ordem, com China, Alemanha, França e Chile.
País
Evolução anual do  IRI (% per capita)
China 2,1
Alemanha 1,8
França 1,4
Chile 1,2
Brasil 0,9
Índia 0,9
Japão 0,9
Reino Unido 0,9
Noruega 0,7
EUA 0,7
Canadá 0,4
Equador 0,4
Austrália 0,1
Quênia 0,1
Colômbia -0,1
África do Sul -0,1
Rússia -0,3
Venezuela -0,3
Arábia Saudita -1,1
Nigéria -1,8
Chamado de Índice de Riqueza Inclusiva (IRI), o objetivo do indicador é incentivar a sustentabilidade dos governos e complementar o cálculo do PIB -- ou mesmo substituir os atuais medidores da economia.
Desenvolvido por especialistas da Universidade das Nações Unidas, a ferramenta reúne informações referentes à educação e expectativa de vida, os recursos florestais, além da produção industrial. Na prática, um país com IRI alto representa que ele é mais sustentável.

Recurso natural em baixa
No relatório, que analisou o período entre 1990 e 2008, a China aparece como o país mais sustentável do mundo, com um índice de 2,1. A Alemanha vem em seguida, com 1,8.

O Brasil teve o IRI de 0,9 no período, o quinto no ranking da ONU, se igualando a Japão e Reino Unido. Nos 19 anos medidos, o PIB brasileiro cresceu 34%, o capital humano aumentou 48% e o capital manufaturado, 8%. Já o capital natural seguiu na contramão, caindo 25%. A justificativa do relatório é que a queda foi causada pelo avanço no desmatamento das florestas e ao aumento das atividades agropecuárias.
No período analisado, por exemplo, a Amazônia perdeu 331.290 km² de cobertura vegetal devido ao desmatamento ilegal – uma área equivalente a mais de sete vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro.

De acordo com Pablo Munhoz, diretor cientifico do relatório, a proposta é uma recomendação do programa ambiental da ONU aos países que participam da Rio+20 e está relacionada “ao bem-estar (...) e nos dá ideia em relação ao crescimento a longo prazo”, disse.

“É importante medir os ativos, mas também é importante ver sua modificação ao longo do tempo”, explica.
saiba mais
 Fonte: http://g1.globo.com/natureza/rio20/noticia/2012/06/brasil-perdeu-25-dos-recursos-naturais-segundo-novo-indice-da-onu.html

Metas de sustentabilidade ficaram indefinidas em rascunho da Rio+20.

Texto foi aprovado pelas delegações nesta terça (19) e segue para líderes.
Entenda como foram propostos e como ficaram os principais pontos do texto.

Do G1, no Rio

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas de sustentabilidade para os países que poderiam ser definidas na Rio+20, acabaram não sendo detalhadas no rascunho aprovado pelas delegações nesta terça-feira (19) no Riocentro.
Era um dos principais resultados que a conferência poderia alcançar, mas foi lançado apenas um processo para definição futura dos objetivos. Veja abaixo os pontos mais importantes da Rio+20 que vinham sendo negociados e como ficaram neste último texto aprovado pelos diplomatas, mas que ainda pode sofrer alterações quando passar nas mãos dos líderes no segmento de alto nível da conferência:
O que vinha sendo negociado
Como ficou no rascunho aprovado
CBDR – sigla em inglês para Responsabilidades Comuns Mas Diferenciadas, princípio que norteia as negociações de desenvolvimento sustentável. O princípio oficializa que se espera dos países ricos maior empenho financeiro para implementação de ações, pelo fato de virem degradando o ambiente há mais tempo e de forma mais intensa.
Havia rumores de que os países ricos queriam tirar esse princípio do texto, mas ele permaneceu.
Fortalecimento do Pnuma – cogitava-se transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente em uma instituição com status de agência da ONU, como é a FAO (de Alimentação).
O texto prevê fortalecimento do Pnuma, mas não especifica exatamente como. O assunto deve ser resolvido na Assembleia Geral da ONU em setembro.
Oceanos – Era uma das áreas em que se esperava mais avanço nas negociações, porque as águas internacionais carecem de regulamentação entre os países.
A negociação avançou e o texto adota um novo instrumento internacional sob a Convenção da ONU sobre os Direitos do Mar (Unclos), para uso sustentável da biodiversidade e conservação em alto mar.
Meios de Implementação – questão-chave para os países com menos recursos, significa na prática o dinheiro para ações de desenvolvimento sustentável. Os países pobres propuseram a criação de um fundo de US$ 30 bilhões/ano a ser financiado pelos ricos.
Avançou pouco. O fundo de US$ 30 bilhões não virou realidade. “A crise influenciou a Rio+20”, admitiu o embaixador brasileiro André Corrêa do Lago.
ODS – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, metas a serem perseguidas pelos países para avançar ambiental, política e socialmente, eram uma das grandes cartadas para a Rio+20.

Os objetivos não foram definidos. Inicia-se apenas um processo para rascunhar quais devem ser as metas até 2013. Elas então devem ser definidas para entrarem em vigor em 2015, quando terminam os Objetivos do Milênio. 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Confira dicas de informática básica para concursos públicos.


por ronaldoprass |
categoria Coluna
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Possuir conhecimentos básicos de informática, além de melhorar a produtividade em tarefas no computador, como criar documentos e apresentações, também é pré-requisito em boa parte dos concursos anunciados em editais.
Nesta coluna, irei apresentar uma série de dicas de informática básica para concursos públicos.
Microsoft Word
O Microsoft Word é o editor de textos padrão do pacote Office. Por meio dele, é possível criar e formatar textos de acordo com padrões previamente definidos pelo usuário, elaborar artigos, apostilas, adicionar imagens, obter a correção ortográfica do conteúdo entre outras funcionalidades.
A cada nova versão do Office, são adicionadas novas funcionalidades ao editor e, consequentemente, são percebidas mudanças na sua interface. A barra de menus, a guia “Página Inicial”, é o principal ponto de acesso a outras funcionalidades do editor, pois nela é possível alterar facilmente o tipo e tamanho da fonte do texto e editar a formatação em que o conteúdo ficará disposto.
No topo da barra de menu estão disponíveis em guias mais recursos:
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– Na guia “Arquivo” é exibido o menu referente à edição do documento, assim como opções de salvar, abrir um novo arquivo, enviar para impressora, enviar por e-mail, proteção, gerenciamento de permissões e compartilhamento;
– Na guia “Inserir” é possível adicionar quebra de página, tabelas, imagens, gráficos, links para conteúdo na internet e outros;
– Na guia “Layout da página” são feitos os ajustes da disposição do texto, orientação, margem, recuo e espaçamento de parágrafos;
– Na guia “Referências” estão presentes recursos essenciais para a produção de texto em que seja necessário adicionar elementos como: sumário, notas de rodapé, citações e bibliografia, legendas, índices e índice de autoridade;
– Em “Correspondência” estão disponíveis recursos para o envio de Mala Direta e integração com o Outlook (cliente de e-mail);
– Na guia “Revisão” estão disponíveis os recursos de ortográfica e gramática, dicionário de sinônimos, controle de alterações, comparação entre documentos, tradução e dispositivo de segurança;
– Na guia “Exibição” é possível configurar o layout de impressão, modo de exibição da página,  estrutura da página, exibir e gravar macros.
Dominar as teclas de atalho do Word, além de aumentar a produtividade, também pode garantir o acerto em algumas questões nas provas. O ideal é procurar memorizar o máximo de teclas de atalho possível e procurar usá-las ao máximo.
Para identificar a tecla de atalho de cada funcionalidade, uma dica é passar o cursor do mouse sobre o ícone. O programa exibe uma janela de diálogo com uma breve explicação sobre a funcionalidade, o seu nome e a combinação de teclas apropriada. Para obter mais detalhes na ajuda do Office, basta clicar em F1. No site da Microsoft, está disponível em português a relação completa das teclas de atalho para o Office (acesse aqui).
Na coluna da próxima semana, irei apresentar dicas de formatação e compartilhamento de documentos e um apanhado de questões resolvidas e comentadas para concursos.

Fonte: http://g1.globo.com/platb/tira-duvidas-de-tecnologia/2012/05/29/confira-dicas-de-informatica-basica-para-concursos-publicos/

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