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sábado, 14 de janeiro de 2012

Maioria reprova saúde pública no país, diz pesquisa.

O levantamento, realizado com 2.002 pessoas , mostrou que 61% dos brasileiros considera o serviço de saúde pública ruim ou péssimo

O serviço de saúde da rede pública é considerado ruim ou péssimo por 61% dos brasileiros, segundo aponta uma pesquisa. O serviço de saúde da rede pública é considerado ruim ou péssimo por 61% dos brasileiros, segundo aponta uma pesquisa. (Thinkstock)
O serviço de saúde da rede pública é considerado ruim ou péssimo por 61% dos brasileiros, segundo aponta uma pesquisa divulgada pelo Ibope nesta quinta-feira. O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria.
De acordo com o estudo, somente 10% dos entrevistados avaliam a qualidade do Sistema Único de Saúde como boa ou ótima. A demora no atendimento foi apontada como o principal problema do sistema público por 55% das pessoas. Em segundo lugar, a falta de equipamentos e de unidades de saúde foi sugerida por 10% das pessoas, seguida pela falta de médicos, segundo 9% das pessoas.
Para melhorar a situação do serviço público, 57% dos entrevistados acreditam que é preciso aumentar o número de médicos e 30% disseram que o SUS melhoraria se os profissionais tivessem aumento de salário.
Ainda segundo o levantamento, 85% dos entrevistados não perceberam melhoras na saúde pública nos últimos três anos. Do total, 43% dos entrevistados afirmaram que houve piora no sistema de saúde.
O estudo mostrou também que 24% têm plano de saúde contratado, em sua maior parte, pelo empregador. Além disso, 61% dos entrevistados utilizaram algum serviço de saúde nos últimos 12 meses e 79% deles o fizeram na rede pública.
Recursos – Quase todos entrevistados (95%) reconhecem a importância e a necessidade de se destinar mais recursos para a saúde. Para 82% dos brasileiros, os recursos adicionais podem ser conseguidos se o governo acabar com a corrupção.

Somente 4% dos entrevistados acham necessário aumentar impostos para angariar mais fundos para investir na área da saúde.

No total, foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 16 e 20 de setembro de 2011. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/maioria-reprova-saude-publica-no-pais-diz-pesquisa

Descoberto hormônio que gera benefícios da atividade física.

Irisina ajuda a queimar calorias, mas não fortalece músculos.
Substância pode ser testada em humanos daqui a dois anos.

Do G1, em São Paulo

Um hormônio natural, presente no corpo humano, é o responsável por gerar alguns dos principais benefícios trazidos pela atividade física. A irisina foi identificada e descrita por um estudo da Faculdade de Medicina Harvard publicado na edição desta semana da revista científica “Nature”.
A descoberta não significa que uma pílula vá substituir a academia, pois o hormônio não fortalece os músculos. Contudo, ele é sim um candidato para o tratamento da obesidade, da diabetes e de outros problemas, incluindo o câncer.
Quando os níveis de irisina são elevados pelo exercício – ou no caso do estudo, pela injeção de hormônio em camundongos –, ela aciona genes que transformam a gordura branca, comum, em gordura marrom. A gordura marrom queima mais calorias em excesso do que o próprio exercício.
“Havia um sentimento nesse campo de que o exercício ‘conversa’ com vários tecidos no corpo. A pergunta era: como?”, disse Bruce Spiegelman, que liderou a pesquisa, em material divulgado pela faculdade.
Segundo os pesquisadores, não há sinais de efeitos tóxicos nos animais testados, até porque a quantidade injetada foi semelhante à que é liberada pela atividade física. Um remédio à base desse hormônio não deve ser testado em menos de dois anos.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/01/descoberto-hormonio-que-gera-beneficios-da-atividade-fisica.html

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ENERGIA EÓLICA
Motivado por fatores como a alta dos preços do petróleo e o combate ao aquecimento global, o crescimento da busca por energias limpas já é uma realidade em muitos países. De acordo com um relatório divulgado em 2008 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), os investimentos em energia renováveis no mundo em 2007 foram ampliados em 60% (US$ 148 milhões), se comparados ao ano de 2006. Neste cenário, a energia eólica liderou os esforços globais, concentrando US$ 50,2 bilhões de investimentos.
A expansão mundial da energia eólica se apóia especialmente no fato de ser produzida a partir de uma fonte inesgotável. Ela permite diversificar as matrizes energéticas sem causar danos ao meio ambiente, já que o processo de geração é totalmente limpo e não envolve a emissão de gases poluentes que contribuem para o aquecimento global. “No nosso parque, evitamos a emissão de 148 mil toneladas de dióxido de carbono na atmosfera por ano”, informa Telmo Magadan, presidente da Ventos do Sul Energia, empresa que está à frente do Parque Eólico de Osório (RS), o maior da América Latina, com potência instalada de 150 MW e capacidade de abastecer uma cidade de 750 mil habitantes.
Outro ponto importante na questão da energia eólica é o fato de que as usinas não causam impactos negativos nas regiões onde são instaladas, contrastando, por exemplo, com as hidrelétricas, que demandam intervenções na natureza, trazendo uma série de conseqüências danosas para o meio ambiente e o homem. “Não tivemos uma transformação na área de instalação de nossa usina. As fazendas e as propriedades continuam normalmente suas atividades de agropecuária e suinocultura”, explica Telmo.
“As áreas onde funcionam os parques eólicos mantêm as suas atividades originais“, confirma Eduardo Lopes, gerente do departamento de desenvolvimento de negócios da Wobben Windpower, empresa brasileira de capital alemão que fabrica aerogeradores de grande porte e trabalho com projeto, construção, montagem, operação e manutenção de usinas eólicas. “A energia eólica não tem contra-indicação e utiliza um combustível de custo zero. Além de tudo, é estratégica. Ninguém controla o vento. Ele não tem fronteiras, não tem país”, complementa.
O caráter complementar desse tipo de energia também é ressaltado pelos especialistas, especialmente se combinado com fontes hídricas, já que os ventos ganham mais força justamente nos períodos de escassez de chuvas. “Recentemente, tivemos problemas de seca no Rio Grande do Sul e, coincidentemente, o Parque de Osório estava funcionando a plena potência”, conta Telmo Magadan.
NA CONTRAMÃO DOS VENTOS
Contrariando a tendência mundial, o desenvolvimento da energia eólica no Brasil ainda se mostra tímida, especialmente quando se constata o enorme potencial do País. Segundo o Atlas Eólico, a capacidade a ser explorada está no patamar de 143 mil MW e a produção e a produção, ao longo dos últimos anos, alcançou apenas 247 MW. “Esse Atlas foi feito em 2001. Na época, as torres trabalhavam com uma medição de 50m de altura. Hoje, elas são mais altas e, se o Atlas for refeito, provavelmente veremos que o potencial é ainda maior”, explica Eduardo Lopes.
O Brasil conta com usinas em operação espalhados pelo NE e S, principalmente, e destacamos: Ceará (Taíba, Prainha e Mucuripe), Paraíba (Millennium), Paraná (Palmas), Santa Catarina (Bom Jardim da Serra, Horizonte e Água Doce), Rio Grande do Norte (Macau e Rio do Fogo) e Rio Grande do Sul (Osório, Sangradouro e Índios). Envolvida na instalação de todos os parques eólicos em operação no País, a Wobben elevou a produção no setor a 340 MW, nos últimos anos, com a conclusão de novos projetos.
Com um vasto campo a ser explorado, o potencial eólico brasileiro encontra ótimas condições naturais em locais como o Nordeste – especialmente Ceará e Rio Grande do Norte e interior da Bahia – e em Estados como Rio Grande do Sul e Santa Catarina. “Entre as virtudes do vento no Brasil, o Nordeste se destaca, porque os ventos são sempre a mesma direção. Tecnologicamente, isso simplifica muito a construção dos parques eólicos”, explica Lauro Fiúza Junior, presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica).
Se o volume de investimentos ainda não é o ideal, os representantes do setor já começam a vislumbrar um horizonte mais promissor para o mercado da energia eólica. “Está tendo uma aceitação melhor. O governo brasileiro já entendeu que não dá pra ir na contramão do que está acontecendo no mundo inteiro”, opina Eduardo Lopes.
Um dos fatores que contribuíram para o aquecimento do setor foi o Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia). Criado em 2002 e regulamentado em 2004, o programa previa um investimento de R$ 8,6 bilhões para a geração de 3.300 MW de energia, que seria gerada por fontes eólicas, biomassa e pelas PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas), cada uma produzindo 1.100 MW.
A primeira fase do Proinfa seria finalizada em 2006, porém, essa primeira etapa acabou sendo prorrogada e foi concluída em 2009. Apesar de algumas distorções na execução do programa, Eduardo Lopes vê pontos positivos no Proinfa. “O que o projeto trouxe de bom foi a garantia de compra e a definição de uma tarifa atrativa para o mercado, o que motivou o interesse de vários investidores, principalmente do exterior”, afirma.
O fator econômico é justamente o alvo principal das críticas à utilização da energia eólica, que seria extremamente cara e, por esse motivo, não justificaria investimentos. “Energia cara é aquela que você não tem”, afirma Eduardo Lopes, ressaltando que, ao contrário de fontes como o gás, a energia eólica não está sujeita a problemas estratégicos, como variação cambial, corte de fornecimento e flutuação de mercado. “É uma das poucas formas de energia que o custo de geração é debitado exclusivamente no investimento. Depois disso, você sabe exatamente quanto ela vai custar. Todas as demais fontes dependem de outros fatores”, concorda o presidente da ABEEólica, Lauro Fiúza Junior, acrescentando: “A energia eólica tem um grande crédito pelo custo evitado. Ela deve ser vista dentro de um contexto global. Não pode ser pensada isoladamente, mas, sim, num sistema interligado, contribuindo para a queda do preço da energia. Antes de ser barata, qualquer fonte tem que ser farta, permanente e confiável”.
Com o objetivo de derrubar a ideia de que a energia eólica seria supérflua, cara e desnecessária, a ABEEólica vem trabalhando para comprovar a viabilidade econômica dessa fonte. “Fizemos um estudo considerado o maior custo das fontes energéticas versus o custo operacional de cada uma delas. A energia eólica começa a ser equivalente à energia térmica a partir de 12 dias. Em 60 dias, em média, ela se mostra mais viável do que qualquer tipo de energia”, diz Lauro Fiúza Junior.
O presidente da Ventos do Sul, Telmo Magadan, também destaca o fator tecnológico na questão do custo da energia eólica. “A tecnologia vem crescendo muito no setor. Hoje, já existem máquinas que otimizam a capacidade de geração com a mesma quantidade de ventos”, revela.
PRESTES A DECOLAR
Sinalizando uma mudança de postura, o governo brasileiro através do Ministério de Minas e Energia, confirmou a realização de mais leilões específicos para a compra de energia eólica que ocorrem desde 2009. A iniciativa vai ao encontro das reivindicações dos representantes do setor. “O mercado está pedindo que esses leilões sejam realizados regularmente. O que mais atrapalha são os espasmos, a falta de continuidade”, diz Eduardo Lopes, que destaca ainda outras medidas possíveis para estimular o mercado, como programa de incentivo, metas de inserção na matriz, tarifas que viabilizem os empreendimentos e uma política específica e de longo prazo.
Um projeto de grande alcance também é necessário, segundo Lauro Fiúza. “Para que realmente nasça uma indústria forte e um parque eólico robusto, o mais importante é um programa que sinalize a quantidade de energia a ser comprada ou que garanta essa compra. A energia eólica agrega muita segurança ao sistema energético brasileiro, além de ser um gerador de empregos qualificados”, afirma.
COMO FUNICONA
Para produzir energia elétrica, a energia eólica utiliza turbinas, ou aerogeradores, cujas pás são acionadas quando o vento atinge uma determinada velocidade, colocando em movimento, no sentido rotacional, um gerador de eletricidade instalado no topo de uma torre. Uma vez produzida a energia elétrica, seu transporte é feito por uma rede de cabos subterrâneos até uma subestação coletora, que permanece interligada à rede elétrica de uma concessionária. Assim, a energia acaba indo diretamente para o abastecimento de residências, indústrias e comércios.

Fonte: Revista Online – aquecimento global, ano 1, nr 7.

sábado, 7 de janeiro de 2012

YouTube divulga página com retrospectiva 2011

Rafael Silva Do Tecnoblog
O Youtube divulgou o Rewind 2011, canal em que exibe uma espécie de restrospectiva de vídeos do ano. O usuário que navegar pela página encontra uma série de informações que "definem o Youtube em 2011": vídeos mais vistos, clipes musicais mais assistidos, termos de busca que ascenderam mais rápido em 2011 e uma seção onde é possível votar naqueles que o internauta considerar "os melhores vídeos" publicados.

Na seção de "vídeos mais assistidos do ano", é possível assistir aos 10 primeiros. No topo da lista, está o clipe musical Friday, cantado por Rebecca Black, a americana que ganhou fama instantânea na web justamente por causa desse vídeo. Ela também foi destaque no Zeitgeist 2011 do Google, alcançando a primeira posição dos termos com crescimento mais rápido.
Retrospectiva 2011 do Youtube. (Foto: Reprodução) 
Retrospectiva 2011 do Youtube. (Foto: Reprodução)
A lista de vídeos é variada, mas quem domina mesmo são os clipes musicais: outros 5 constam nela. Além deles, dentre os clipes mais assistidos estão o vídeo da interminável animação Nyan Cat, a propaganda da montadora Volkswagen e outros dois vídeos de animais fazendo gracinhas. No total, os vídeos desse ano tiveram mais de 1 trilhão de visualizações, o que pode ser traduzido para 140 visualizações por habitante do planeta Terra, segundo o site.
Além dessa lista, o YouTube também revelou quais foram os dez canais que tiveram os vídeos mais assistidos, com o canal Machnima em primeiro lugar, e os dez clipes musicais de grandes gravadoras mais vistos, com o clipe de On The Floor da cantora Jennifer Lopez ocupando a primeira posição. Veja aqui uma playlist com todos os vídeos dessa categoria.
Via Google Blog

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/12/youtube-divulga-pagina-com-retrospectiva-2011.html

ESCÓRIA ELETRÔNICA DA EUROPA VAI PARAR NOS LIXÕES DE GANA

O lixo eletrônico, sempre em aumento nos últimos anos, está se transformando em um problema de dimensão global. O consumo de materiais elétricos produz um lixo altamente tóxico e perigoso, caso os artigos descartados não sejam tratados e reciclados da maneira correta. O problema cresce quando países ricos - os do continente europeu e os EUA - "presenteiam" as próprias escórias aos países do Terceiro Mundo. Um fato denunciado pelo Greenpeace é o envio de lixo eletônico a Gana. Navios carregados de materiais provenientes de toda a Europa partem do porto de Anversa, na Bélgica, com destino a Accra, capital de Gana, e, de lá, seguem para as zonas de reciclagem e para os lixões da cidade de Agbogbloshie.

Para extrair o alumínio, por exemplo, e revendê-lo no mercado local, o lixo é reciclado sem as precauções necessárias, O descarte é queimado, contaminando o ar com gases tóxicos e, consequentemente, colocando em risco a vida dos operários. E tudo acontece à luz do dia.

Fonte: RevistaOnline, ano1, nr 7.

CONSUMO HUMANO JÁ SUPERA CAPACIDADE DA TERRA

Segundo o relatório Planeta Vivo, realizado pela ONG internacional WWF, nós consumimos 30% mais recursos naturais do que o planeta pode repor a cada ano.

O relatório observa que a população humana e os níveis de consumo continuam crescendo mais rapidamente que a capacidade de regeneração dos sistemas naturais e, se nada for feito, até 2030 a humanidade irá precisar de duas Terras para dar suporte aos atuais níveis de consumo. Atualmente, três quartos da população mundial vivem em países que consomem mais recursos do que conseguem repor. Estados Unidos e China são os dois principais expoentes: cada um deles consome 21% dos recursos naturais do planeta.

Fonte: Revistaonline, Aquecimento Global, ano 1, nr 7.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Réveillon 2012!!! Feliz ano bissexto!!!

Aos amigos e colaboradores desejo um ano novo excelente, com todos os atributos já de praxe, como amor, saúde, paz, felicidade, sucesso, dinheiro, realizações, entre outros.

Que possamos continuar juntos trilhando o caminho do conhecimento para crescermos cultural e socialmente, mas que mantenhamos o espírito de amizade e parceria que nos une, mesmo que, neste momento, virtualmente.

Que este virada de ano seja especial para todos e seus familiares, e que a vida de todos vire, mas para muito, muito melhor!!!

http://youtu.be/q4QDQ57cDQM

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